03/06/2016

Sobre a Morte e o Morrer


“SOBRE A MORTE E O MORRER”   Osswald, Walter
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2013

O presente texto ocupa-se principalmente com o processo de morrer e não tanto com o evento da morte. Assim, depois de uma breve revisão da história das concepções e atitudes perante a morte, ao longo dos séculos, dá-se especial atenção ao actual modo de morrer em Portugal, com a transferência da morte no domicílio para a morte hospitalar. Os cuidados paliativos, a dor, perda e sofrimento, o testamento vital, o suicídio assistido e a eutanásia, a espiritualidade, a fé e as noções da "arte de morrer" e da boa morte são temas abordados numa perspectiva de um olhar e de uma proposta pessoais.

A Liberdade de Expressão em Tribunal


“A LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM TRIBUNAL”   Mota, Francisco Teixeira da
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2013

A liberdade de expressão é um dos pilares fundamentais de um regime democrático. Sem liberdade de expressão, para além de ficarmos diminuídos como pessoas, não há controlo do poder politico nem de qualquer outro poder. 
Nos Estados Unidos da América, a liberdade de expressão quase parece não ter limites, a Convenção Europeia dos Direitos do Homem dá-lhe um papel primordial e a Constituição da República Portuguesa considera-a uma liberdade fundamental. Mas para além das leis, importa sobretudo percebermos como é vivida em concreto esta liberdade.
Os casos judiciais, onde se definem os limites da liberdade de expressão, são a melhor matéria-prima para sabermos os contornos desta liberdade e é deles que fala esta obra.

Pela sua Saúde


“PELA SUA SAÚDE”   Barros, Pedro Pita
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2013

Que sistema de saúde quer ter? Qual o lugar do Serviço Nacional de Saúde (SNS)? O que significa ter um SNS? Que princípios podemos usar para o organizar e melhorar?

Partindo de uma leitura da situação actual, e dos elementos que caracterizam o sector da saúde, o livro discute alguns mitos correntes.

O Trabalho uma Visão de Mercado



“O TRABALHO UMA VISÃO DE MERCADO”   Centeno, Mário
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2013

O Trabalho, Uma Visão de Mercado faz uma abordagem alargada da organização das relações laborais em Portugal. No topo encontra-se a sua segmentação, que raciona as oportunidades de emprego de forma ineficiente. A emergência dos contratos a prazo, como forma quase exclusiva de entrada no mercado, e a baixa taxa de conversão desses contratos em relações laborais duradouras, promove o desinvestimento em formação e educação. A flexibilidade salarial que está associada aos contratos a prazo apenas agrava esta situação. Não se remunera o esforço, nem há retorno para os investimentos.
Em Portugal leva-se demasiado tempo a voltar ao emprego. As características estruturais do desemprego são preocupantes. O desemprego é um período de investimento mas pode tornar-se um pesadelo se for de longa duração. A duração do desemprego cria estigmas que levam a períodos sem emprego cada vez mais longos.
A reduzida oferta de qualificações no mercado de trabalho é responsável por parte das dificuldades estruturais da economia portuguesa, que se traduzem em baixa produtividade e fraco crescimento potencial. As baixas qualificações limitam, também, as oportunidades dos trabalhadores no mercado de trabalho e estão na génese de uma das maiores desigualdades salariais na Europa.
A divergência da economia portuguesa deve-se à má qualidade das suas instituições. A sua transformação passa pela simplificação contratual, pela criação de um quadro correto de incentivos para os investimentos das empresas e dos trabalhadores. Este ensaio mostra um caminho possível. Com o mercado como parceiro.

O Envelhecimento da Sociedade Portuguesa


“O ENVELHECIMENTO DA SOCIEDADE PORTUGUESA”   Rosa, Maria João Valente
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2012

Este ensaio começa por falar das razões que conduziram à situação demográfica em que nos encontramos. Argumenta, em seguida, que a aflição com o envelhecimento da população é muito explicada por um outro envelhecimento mais profundo: a incapacidade de a sociedade adaptar as suas estruturas sociais e mentais à evolução dos factos. Propõe, por fim, um rumo alternativo de organização social sintonizado com as realidades sociodemográficas em curso.

Forças Armadas em Portugal



“FORÇAS ARMADAS EM PORTUGAL”   Santos, J. Loureiro
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2012

O ensaio procura responder às perguntas que mais se fazem sobre as nossas Forças Armadas. Como é que elas se inscrevem no conjunto do Poder Nacional e porque se justifica a sua existência no nosso país? Como são e se estruturam? Que efectivos têm e quanto gastam? O que fazem os nossos militares, em Portugal e no mundo? Em que condições as Forças Armadas podem agir operacionalmente no território nacional? Como é que as Forças Armadas portuguesas estão integradas no Estado e como é que os portugueses olham para elas? Quais são as especificidades da profissão das armas e em que consiste a condição militar? Por que valores se regem e que sacrifícios podem ser pedidos aos portugueses que nelas servem? Como resolver os efeitos da crise, que também as afectam?

Liberdade e Informação


“LIBERDADE E INFORMAÇÃO”   Fernandes, José Manuel
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2011

A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa são valores que, mesmo consagrados formalmente como direitos universais do Homem, continuam a ser objecto de vivas controvérsias. Entre a tradição de não intervenção das autoridades públicas iniciada com a aprovação da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e a defesa da necessidade do olho vigilante de entidades reguladoras, são também duas escolas de pensamento que se confrontam. Num tempo em que as empresas de media tradicionais enfrentam enormes dificuldades e desafios, importa defender o jornalismo profissional e independente, até porque este desempenha um papel central no equilíbrio dos sistemas de pesos e contrapesos e de governo limitado que caracterizam as democracias modernas.

O Governo da Justiça


“O GOVERNO DA JUSTIÇA”   Garoupa, Nuno
Fundação Francisco Manuel dos Santos
2011

Neste ensaio falamos de governo da justiça. Em Portugal temos um modelo errado de governo da justiça. A democracia portuguesa decidiu em 1976 que a justiça era um problema dos juízes e dos juristas. Arranjou uma fórmula fácil e desresponsabilizadora, a autonomia do poder judicial. O resultado é uma justiça em crise de ruptura, um Estado de direito democrático deficiente e uma ausência de um plano de reformas estruturantes. Como qualquer organização, a justiça necessita de um sistema eficiente e eficaz de governação. Isso não pode nem vai acontecer com o actual ordenamento. Temos de mudar os fundamentos do actual modelo de governo da justiça. A médio prazo, o poder político deve simplesmente abandonar o actual modelo de conselhos judiciários.

Aos Olhos da Rita


“AOS OLHOS DA RITA”   Bulhosa, Rita
Clube de Leitura
2015

Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.

Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.

30/05/2016

Robin dos Bosques



“ROBIN DOS BOSQUES”   Pyle, Howard
Civilização Editora
2015

Howard Pyle parece ter conseguido consolidar de forma definitiva a imagem de um Robin dos Bosques que rouba aos ricos para dar aos pobres. Ler esta obra é viver as inúmeras aventuras deste herói do povo que vive oculto por entre os frondosos carvalhos da Floresta de Sherwood, de onde emerge muitas vezes para fazer frente à tirania e à opressão representadas pelo Xerife de Nottingham.

Chegar Novo a Velho


“CHEGAR NOVO A VELHO”   Coelho, Manuel Pinto
Prime Books
2016

Manuel Pinto Coelho explica como chegar novo a velho, como ter mais e melhor saúde, mais e melhor longevidade, sem recorrer a medicamentos. Um conjunto de procedimentos baratos, simples e de resultados surpreendentes que são completamente ignorados por força do lobby da indústria farmacêutica.

Na Rota das Especiarias de Malaca à Austrália

“NA ROTA DAS ESPECIARIAS DE MALACA À AUSTRÁLIA”   Matos, Artur Teodoro de
INCM, 1995

Este livro pretende informar o leitor sobre os locais onde os Portugueses foram procurar as diversas especiarias no século XVI, o modo como se processou esse contacto e as diversas terras que, por virtude dessas viagens, foram deparando.

À Procura da Liberdade Antologia

“À PROCURA DA LIBERDADE ANTOLOGIA”   
Organização de Gama, Jaime; Ribeiro, Gonçalo Almeida
Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014

Nesta antologia reúne-se um conjunto de pequenos excertos de grandes clássicos do pensamento que integram o património intelectual da liberdade na cultura ocidental. Esta é uma selecção criteriosa e plural, em que é dada a palavra, tão eloquente e profunda quanto possível, a apologistas e críticos da liberdade, e aos protagonistas das múltiplas concepções alternativas e rivais da ideia de liberdade que nos legaram dois mil e quinhentos anos de refexão sobre o tema.

És Tu


“ÉS TU”   Moccia, Federico
Bertrand Editora
2016

No final de Aquele Instante de Felicidade, Ann desaparece, deixando Nicco de coração partido. Tinham-se conhecido durante as férias de Ann em Roma, a cidade natal de Nicco, mas tudo indicavaque estavam a viver muito mais do que um simples romance de verão… O que Nicco sentia era amor verdadeiro; será que Ann sentia o mesmo? Terá deixado Roma, a cidade do amor, para fugir aos seus sentimentos? Será por isso que deixou para trás não só Nicco mas também a pedra em forma de coração que ele lhe ofereceu e que tanto simbolismo tinha? Mesmo de coração partido, Nicco decide que não é altura para desistir. Ele vai lutar pelo seu amor… nem que seja preciso viajar até ao outro lado do mundo. Convence o seu melhor amigo, o estouvado Ciccio, a ir com ele em busca de Ann… nos Estados Unidos! Afinal, como concluiu Nicco em Aquele Instante de Felicidade, "sem um sonho, não se vai a lado nenhum".

Limites da Ciência

“LIMITES DA CIÊNCIA” 
 Calado, Jorge
Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014
A ciência é infinda, mas limitada. Alguns limites são internos: as regras, leis, princípios, teoremas, etc., que a própria ciência produz. Outros, impostos pelas técnicas e instrumentos de medida, são provisórios. A língua (matemática) e a linguagem científicas também podem ser obstáculos à comunicação. Os verdadeiros limites da ciência são, porém, de natureza ética, política, económica e financeira. Neste ensaio são analisados os quatro CC da ciência: o seu carácter (nomeadamente a serendipidade da descoberta científica), as crises causadas pela censura e pelo mau comportamento científico (erro, plágio, fraude), o papel do capital (financiamento e administração da ciência) e as catástrofes (naturais, como a erupção da Krakatoa, em 1883; ou devidas a falha humana, como Bhopal, Chernobyl e Golfo do México). São também discutidas as ameaças vinda do espaço, os sobressaltos do bioterrorismo e das nanotécnicas e o destino do lixo nuclear. Numa época em que a guerra se trava já no ciberespaço, o leitor é alertado para os perigos latentes da (super)inteligência artificial.